Na Grécia Antiga, as Olimpíadas não eram apenas uma competição atlética, mas um evento sagrado. De quatro em quatro anos, em Olímpia, os melhores atletas de toda a Hélade — o território da Grécia moderna — se reuniam para demonstrar suas habilidades, dedicando suas vitórias aos deuses. Em meio a templos e estátuas, esses atletas eram vistos como representantes do divino na Terra, figuras que, como os deuses, carregavam tanto força sobre-humana quanto fraquezas humanas. Esses jogos serviam como uma celebração da perfeição física, da coragem e da superação dos limites, qualidades que associamos tanto aos herois mitológicos quanto aos atletas olímpicos.
Todos conhecemos os feitos de Hermes, Aquiles e Ártemis, por sua velocidade, coragem e precisão, mas pouco das suas histórias, o tempo passa e a situação continua a mesma, estamos aqui para mudar isso. Hoje, o Olimpo não está apenas em Olímpia, mas nos campos de treinamento, nas academias e nas arenas esportivas ao redor do mundo. E, ao contrário dos mitos gregos, sabemos que nossos atletas não são deuses. São seres humanos que enfrentam desafios diários, tanto físicos quanto emocionais, que lutam contra suas próprias limitações e que, mais do que superar os adversários, precisam superar a si mesmos e suas realidades.
Convidamos você a conhecer essas histórias. A Versus quer que você, leitor, vá além das medalhas e dos troféus, que veja a alma de cada atleta que destacamos. Assim como os deuses gregos tinham suas jornadas épicas, nossos atletas vivem suas próprias epopeias, repletas de batalhas pessoais, começos, recomeços, derrotas e vitórias. Se antes celebrávamos Hércules por seus doze trabalhos, hoje exaltamos a resiliência de atletas que se reerguem após derrotas, que se superam e enfrentam as adversidades do dia a dia com a mesma bravura dos herois mitológicos, mesmo sendo meros humanos. Eles não são apenas corpos treinados ao extremo; são mentes forjadas na perseverança e no esforço.
Esperamos que, ao mergulhar nessas histórias, você se inspire a ver os atletas como eles realmente são: indivíduos que enfrentam as mesmas batalhas cotidianas que todos nós. Assim como os deuses gregos, que eram tanto poderosos quanto falíveis, nossos atletas também demonstram que a verdadeira força está em reconhecer e enfrentar as próprias vulnerabilidades.